Você já fala inglês.
Agora, aprenda a performar.
Em calls com NY, roadshows para fundos europeus ou um jantar com o board — o problema nunca foi vocabulário. Foi a pressão. O Nino te coloca nessas situações antes que elas aconteçam de verdade.

Sarah Mitchell
VP, Goldman Sachs · New York
Objetivos da sessão
- Apresentar a tese de M&A
- Justificar o valuation premium
- Responder objeções sobre timing

Objetivos da sessão
- Apresentar a tese de M&A
- Justificar o valuation premium
- Responder objeções sobre timing
Sarah Mitchell
VP, Goldman Sachs · New York
Três passos. Uma conversa que importa.
Sem warmup genérico. Sem vocabulário básico. Direto ao ponto.
M&A call com NY, roadshow para fundo europeu, apresentação de liderança, small talk executivo. Cada cenário é uma situação real que o seu perfil enfrenta.
Você conta o contexto. O deal, o fundo, a pauta da reunião. A Sarah já chega sabendo o que está em jogo — você só precisa se expressar.
"Estou apresentando uma tese de M&A para um fundo americano. A empresa target é do setor de healthcare. Preciso justificar o valuation premium de 3.2x..."
A Sarah faz perguntas reais. Desafia sua lógica. Pede clareza. Você responde em inglês. Os objetivos aparecem em tempo real.
- Apresentar tese
- Justificar premium
- Responder objeções
Para as situações que definem carreiras
Cada cenário foi construído com a linguagem, o tom e as objeções que aparecem de verdade nessas conversas.
Apresentação de tese de M&A
Você preparou o modelo. O deck está pronto. Mas quando o Managing Director de NY pergunta 'walk me through the synergy assumptions' — você trava?
Sarah pergunta:
"Before we dive in — what's the strategic rationale beyond the financials?"
Roadshow para fundos internacionais
Três reuniões em dois dias. LP de Boston, fundo de Amsterdã, family office em Londres. Cada um tem um jeito diferente de questionar o portfólio.
Sarah pergunta:
"Your IRR projection assumes a 2027 exit. What's your sensitivity to a delayed cycle?"
Jantar executivo e offsite
O informal é onde relacionamentos são construídos. E onde brasileiros tendem a ficar quietos porque não sabem como soar naturais.
Sarah pergunta:
"So how are you finding the conference so far? Any sessions that stood out?"
Apresentação de liderança para board
Vinte minutos. C-suite internacional. Você conhece os números melhor do que ninguém — mas em inglês, parece que você perde metade da autoridade.
Sarah pergunta:
"You mentioned strong unit economics. Can you be specific about what's driving the improvement in CAC?"
O problema não é falta de método.
É falta de contexto.
Você já gastou com iTalki, com coaching, com apps. Sabe o que falta?
Ótimo para conversação geral. Mas não sabe o que é um teaser de M&A, nunca entrou em call com LP, e não consegue simular a pressão de uma banca de buyout.
Contexto: genéricoTexto. Você já sabe escrever inglês. O problema é falar — com pressão, em tempo real, sem rascunhar a resposta. O ChatGPT não simula isso.
Sem pressão realCenários do seu setor. Uma IA que já sabe o contexto. Objetivos específicos por sessão. E você precisa entregar em inglês — sem rascunho, sem tempo extra.
Contexto corporativo real"O músico que quer tocar no Carnegie Hall não pratica em casa sozinho. Ele faz ensaios com a orquestra. O Nino é o ensaio."
A próxima call importante está chegando.
Garanta acesso antecipado ao Nino e entre com a vantagem de quem já praticou o roteiro.
Sessão concluída
Sarah Mitchell
- Apresentar tese de M&A
- Justificar valuation premium
- Responder objeções
3/3 objetivos atingidos